Mais uma incrível indicação do amigo e aluno Rafaele Madormo.
Sou daqueles que sofrem com a dificuldade da frequência nos exercícios físicos. Muitas vezes parece ser mais forte do que eu, inclusive o sentimento de culpa que me acompanha junto ao ócio. Adoro correr, isso é um fato. Mas depois de 3 semanas, o cotidiano vence a guerra. Espero conseguir vencer esse desafio, em breve.
Mas enquanto esse dia não chega, vou me movimentando aqui no ambiente digital! É provável que muitos de vocês já tenham visto vídeos de pessoas praticando o “FREERUNNING”, uma mistura de corrida com ginástica olímpica sendo praticados juntos em ambiente urbano e somados a uma dose elevada de loucura.
Para divulgar a primeira academia do Mundo especializada em freerunning, na Califórnia a TEMPEST desenvolveram um vídeo de 3 minutos que mostra suas incríveis instalações e alguns malucos se exercitando.
Sucesso absoluto de audiência, com pouco mais de 1 mês “upado” no YouTube, quase 3 milhões de views. Para um esporte pra lá de nicho, um feito surpreendente, resta ver agora apenas de os números de associados da academia vem correspondendo ao seu poder de viralização.
Abaixo o vídeo. Se fosse à academia seguramente seria motivo de gargalhadas, afinal, male dou uma cambalhota…
Nas minhas aulas costumo perguntar aos meus queridos alunos se eles se consideram pessoas 1.0 ou 2.0. A maioria responde 1.0, 1.2, 1.4… Natural que isso aconteça, afinal, impossível se sentir pleno de tecnologia e conhecimento num Mundo que não para e não dorme nunca.
Mas as pessoas se esquecem que usam email, acessam sites, se comunicam através de mensagem instantânea… Como se tudo isso já não fosse mais digital. Hoje em dia, as coisas ficam velhas rapidamente.
Além disso, ou mais importante do que tudo isso, existe também a falsa sensação ou verdade absoluta de que o ambiente digital afasta as pessoas ou alimenta/cria relacionamentos rasos, superficiais. Respeito todos aqueles que pensam assim, mas eu discordo COMPLETAMENTE.
Pra mim, relacionamentos superficiais sempre foram superficiais, independente do ambiente. O ambiente digital não foi feito para anular o analógico, muito pelo contrário. Foram feitos para que se completem, se somem.
Nada supera o “olho no olho”, o abraço apertado, a saudade, o sorriso, as lágrimas, o beijo; NADA! A diferença é que antes do ambiente digital, no nosso tempo não cabiam todos os momentos e nem pessoas, assim como continuam não cabendo hoje. A diferença é que no ambiente digital, cabem. E são brindados, de tempos em tempos, com a mesa do bar, o churrasco, o batizado, a festa de aniversário ou simplesmente o almoço de domingo ou o café na esquina e tudo fica ainda mais gostoso.
E, para mim que sou apaixonado por pessoas, além de manter a chama do amor e da amizade ainda mais acesa com a ajuda do meu amigo ambiente digital, ainda tenho a oportunidade de conhecer novas pessoas, criar novos relacionamentos, trocas, carinhos e amizades, como vocês aqui. Não fosse o ambiente digital possivelmente não teríamos nos conhecido.
Para celebrar as suas ferramentas “1.0”, o Google criou uma campanha maravilhosa, daquelas que tocam o coração, abordando duas histórias verídicas. Mostrando claramente que as ferramentas não mudaram o Mundo, mas foram capazes de despertar uma nova atitude nas pessoas que cada vez mais valorizam a vida, os relacionamentos, os bons momentos, as lembranças que ficam.
A primeira é a história de um pai que quando sua filha está para nascer, resolve criar uma conta de e-mail para ela, e passa a enviar, frequentemente, cartas de amor, suas fotos e vídeos, faz declarações, para que um dia, quando ela for mais velha, leia tudo que ele mandou.
E a segunda, sobre o inacreditável projeto IT GETS BETTER, um ambiente que estimula homossexuais a gravarem vídeos dizendo como sua vida melhorou com o tempo. Que no início a sociedade e as pessoas são ou podem ser cruéis, mas que com o tempo, as coisas melhoram. Um site principalmente dedicado a jovens e pessoas que têm dificuldade de assumir sua preferência e vivem tristes, frustradas e com medo. LINDO!
Ano passado, assistindo as Olimpíadas de Inverno em Vancouver, no Canadá, conheci o Curling.
Para quem não conhece o Curling, o Wikipédia explica:
“É um esporte olímpico coletivo praticado em uma pista de gelo cujo objetivo é lançar pedras de granito o mais próximo possível de um alvo, utilizando para isso a ajuda de varredores. O nome do esporte origina-se do verbo em inglês “to curl”, que significa “girar”, e se deve ao fato de as pedras serem levemente giradas no ato do lançamento, descrevendo uma parábola em sua trajetória. Criado por volta do século XVI na Escócia, o esporte teve as primeiras regras elaboradas em 1838.”
Ou seja, o Curling nada mais é do que a Bocha no gelo. Por falar em Bocha, no sítio do meu querido sogro Dino, jogamos muito enquanto degustamos algumas cervejas estupidamente geladas!
Recentemente no mês de Abril, aconteceu o Campeonato Mundial de Curling na cidade de Regina, no Canadá, país que detém a hegemonia do esporte. Das 52 edições masculinas, o Canadá conquistou 33 títulos e das 32 edições femininas, 14 títulos.
Pra minha felicidade, foi transmitido aqui no Brasil pela ESPN !
Pegando carona no campeonato, a BIC fez uma ação de comunicação digital composta de vídeo, mídias sociais o jogo no YouTube que para alguns é divertida, para outros incrível ou para a maioria, simplesmente bizarra mesmo.
Para comprovar a qualidade do seu barbeador de 3 lâminas, transforma um atleta em “pedra” que se depila inteiro com o BIC de 3 lâminas e é lançado na pista rumo ao alvo e contra outros atletas.
Abaixo o vídeo, que no final te leva ou para a página no Facebook, para que você possa curti-la ou para o jogo no YouTube.
Ei, ei, ei, o Feice é o novo rei!!! Quantas vezes mais vamos ter que entoar esta riminha nos próximos dias e anos? Só Deus sabe, mas aparentemente, MUITAS!
Essa semana está acontecendo em Israel o primeiro festival de música transmitido pelo Facebook. Isso mesmo, as pessoas assistem a shows ao vivo das suas casas, celulares, tablets, lan houses, trabalho…
Os artistas estão atuando num estúdio desenvolvido especialmente para viabilizar a ideia do projeto, constituído por dezenas de monitores que mostram as pessoas assistindo o show usando sua webcam.
Os fãs também podem enviar seus comentários e pedidos para os artistas de qual música querem ouvir.
Abaixo dois vídeos, onde naturalmente por ser em hebraico, pouco se consegue entender, mas vale apenas para entender como funciona o projeto.