E a Coca-Cola mais uma vez dando uma de Coca-Cola… continua sendo uma bebida que faz mal à saúde, mas continua sendo uma MARCA que faz bem a alma!
Imagine como seria a vending machine ideal para uma bebida de baixa caloria? Será que deveria ser a mesma das demais bebidas ou será que mereceria uma atenção especial?
Claro que foram apenas alguns exemplares analógicos, mas estrategicamente filmados para que viessem acompanhado de milhões de visualizações.
E com vocês, a Vending Machine da Diet Coke e mais em mais uma aula de branding da sua mãe The Coca-Cola Company.
No dia 26 de outubro chegará aos cinemas aquele que é apontado como um dos melhores filmes da saga 007 de todos os tempos.
Apenas a critério de “cultura geral”, o fantástico detetive da MI-6, serviço secreto Britânico -, foi criado em 1953 pelo escritor Ian Fleming. Sua vida nos cinemas começou em 1962 com o gênio Sean Connery com o clássico O SATÂNICO DR. NO.
De lá pra cá foram 22 filmes (sem contar o novíssimo Skyfall, batizado de Operação Skyfall no Brasil), 6 atores, músicas inesquecíveis e é claro, Bond Girls maravilhosas.
Além da qualidade do filme, o Skyfall ainda tem sua música tema interpretada por ninguém menos que Adele. Ou seja, TEREI QUE IR AO CINEMA E ESPERO QUE FAÇAM O MESMO.
Agora, imagine se você fosse um dos patrocinadores do filme (que é historicamente a saga que melhor sabe fazer ações de merchandising de toda a história do cinema mundial), e tivesse alguns ingressos para a pré-estreia, o que você faria?
A Coca-Cola com sua ZERO fez uma ação brilhante na estação de trem da Bélgica. Quer ganhar um exclusivo ingresso para assistir Skyfall? Então seja um James Bond, você tem 70 segundos…
Abaixo o vídeo que dispensa comentários. Merecidos 4 milhões de views em 7 dias.
A maior mudança que vem acontecendo no nosso hábito de consumo é a migração – sempre que se mostra uma experiência melhor -, do ambiente analógico para o digital.
Se por um lado perdemos o contato humano do vendedor, por outro se ganha à praticidade e ludicidade de comprar de qualquer lugar e em qualquer lugar.
Além disso existe um fator social da maior importância, pois através do e-commerce, pela primeira vez na história micros e pequenos negócios podem vender seus produtos para outras cidades, estados e até países. Ou seja, muito mais democrático!
A única coisa que não muda é o que define quem será o vencedor da concorrência pelo nosso suado dinheiro: o custo x benefício. Não importa mais se estou na porta ao seu lado ou a quilómetros de distância, o que importa é o preço que cobro, o prazo que entrego e a experiência que proporciono.
Os números cada dia ficam mais interessantes. Em dados divulgados neste mês pela e-bit, o e-commerce cresceu 26% no Brasil em 2011, chegando a um faturamento de 18,7 bilhões de reais, um ticket médio de 350 reais realizados por 32 milhões de consumidores, sendo 9 milhões pela primeira vez.
A expectativa para 2012 é de alcançarmos o faturamento de 23,4 bilhões!
Dois players gigantescos começaram recentemente a esboçar sua entrada no e-commerce. Estou falando das iniciativas da Coca-Cola e da Nestlé na Espanha.
O primeiro exemplo é a Coca-Cola, com seu site http://www.cocacolaadomicilio.com/, que promete entregar na residência das pessoas sua linha de produtos e enxoval com mesas, cadeiras e freezer.
O segundo exemplo é a Nestlé que desenvolveu o site http://diseloconchocolate.es onde as pessoas compram um kit especialíssimo batizado de CAJA ROJA – Caixa Vermelha -, onde é possível personalizar e decorar a linda caixa de bombons e mandar entregar em casa ou dar de presente para alguém especial.
Dois ótimos exemplos que mostram o quanto vai mudar o processo de compra e venda em todos os próximos anos e como devemos ter cada vez mais na pauta dos nossos negócios esse canal; isso sem falar dos dispositivos móveis…
Bom dia queridos amigos, tudo bem por aí? Por aqui tudo incrível e repleto de boas ideias, ótimas pessoas e grandes aprendizados.
Conforme combinado, farei abaixo uma análise do primeiro dia do evento considerando os highlights, agregando meu ponto de vista e análise sobre as palestras e sobre o evento. O primeiro comentário que vale destaque é a participação dos brasileiros. Seguramente o maior grupo depois do americano, com uma diferença não tão grande assim. Isso significa que estamos nos capacitando e preparando como um importante país dentro do ambiente digital. Parabéns ao Brasil e ao Ari Meneghini, executivo a frente da IAB no Brasil.
Outro destaque é a organização. Atender um público tão grande de pessoas, não sei precisar a quantidade, mas seguramente mais de mil pessoas, não é uma das missões mais fáceis. Muitos acertos e alguns deslizes. Primeiro pela rede sem fio que é muito instável e fica o tempo todo caindo. Segundo pela falta de locais apropriados para o carregamento dos infinitos gadgets – MELHORES AMIGOS – dos participantes e que rapidamente vão se consumindo. E, finalmente, por se tratar de um evento global e dentro de um mundo plano e colaborativo, conteúdos muito concentrados no mercado americano.
O evento começou pontualmente às 9h, depois de um importante coffee de 1 hora para que as pessoas iniciassem o networking. Impressionante também como as mídias sociais contribuíram para que essa dinâmica fique mais fácil e leve. Hoje as pessoas se abordam mais em eventos, trocam cartões e iniciam relacionamentos.
O evento começou com o discurso de abertura do Presidente e CEO da IAB, Randall Rothenberg falando sobre as mudanças e as inovações que irão afetar o marketing, a publicidade e as mídias nos próximos anos em função da tecnologia. Mas o que realmente será a diferença entre as MARCAS e suas performances será sua capacidade de strorytelling, ou seja, de construir uma narrativa lúdica, autentica e emocionante de forma que capacite a empresa a desenvolver conteúdos que mereçam ser disseminados. Ou seja, o que terá a capacidade de mudar os negócios não é a tecnologia, mas o marketing praticado a partir dela.
Na sequência veio o primeiro palestrante, Jonathan Mildenhall, Vice-Presidente Global de Estratégia de Comunicação e Excelência em Conteúdo da The Coca-Cola Company. A palestra mais elogiada do dia. Também pelo seu conteúdo, mas mais ainda pela forma como Jonathan faz sua apresentação, onde boa parte dela é feita em cima de um vídeo de pouco mais de 10 minutos, como se fosse um Power point a partir de uma folha em branco que vai sendo desenhada e ele, sem olhar para a tela um único momento, vai seguindo com as suas explicações inerentes ao que esta sendo escrito/desenhado.
Segue abaixo em 2 partes devido à limitação do YouTube
E o que realmente mais é impressionante é o fato da mega empresa The Coca-Cola Company estar se preparando para se tornar, até 2020, numa empresa de conteúdo. Claro que é um desafio enorme, se tratando de uma empresa gigantesca e que deixa a desejar em sustentabilidade social.
Depois chegou a vez da Carolyn Everson, Vice-Presidente Global de Soluções em Marketing do Facebook. E do aspecto qualidade da apresentação, ela veio depois do Jonathan e em se tratando do Facebook ser o ícone de empresa nativa digital a falar no evento, uma apresentação absolutamente antiga em todos os sentidos. Aproveitou-se do fórum composto por anunciantes e agências para trazer dados e explicar as novas ferramentas do Facebook e como podem ser utilizadas para fazer marketing e publicidade.
Alguns dados recentes informados pela Carolyn. 330 milhões de pessoas acessam o Facebook pelo celular, 500 milhões de pessoas estão acessando suas contas no mesmo dia (num universo de 800 milhões), 2 bilhões de uploads e 250 milhões de novas fotos todos os dias, 130 é a média de amigos e 100 milhões de likes em fan pages todos os dias. Confesso que fiquei um pouco decepcionado.
Depois veio Jean-Paul Colaco, Vice-Presidente de Marketing do Hulu que numa palestra muito rápida e ótima, mostrou como a televisão evoluiu na internet, onde já que o consumidor terá que ver um comercial de 30 segundos, então que ele possa escolher qual ele quer assistir. E o anunciante só paga quando o dele for escolhido. Infelizmente o HULU, um site filmes e séries não esta disponível no Brasil.
O quarto palestrante do dia foi Mike Hughes, Presidente da The Martin Agency. E ao entrar aquele senhor de cabelos brancos no palco de uma plateia ávida pelo digital, Mike simplesmente deu um show. Afinal, seguramente os mais sábios sabem contar histórias ainda mais incríveis e lúdicas que os mais jovens e aí, naturalmente, entende de storytelling como ninguém, ou melhor, de storybuilders. E entra o que disse o mais marcante foi: “storytelling tem começo, meio e fim. Já o strorybuilding tem apenas um começo e sua história será escrita e contada através da colaboração das pessoas. Você não pode definir o meio e nem o fim de uma história, mas seguramente pode e deve garantir que o início seja contado por você.
O quinto palestrante foi Jaron Lanier, Partner Architect da Microsoft Research. Jaron trouxe aos presentes uma dimensão absurda sobre como a realidade virtual e os avatares irão mudar o Mundo, tanto no sentido físico, quanto no social. Com os equipamentos de realidade virtual, com o Kinect da Microsoft, as pessoas passaram a desenvolver atividades em regiões antes não ativadas pelo cérebro, regiões maiores que são maiores do que as acessadas regularmente pelo cérebro até hoje. E do aspecto social, crianças hoje podem aprender os mais diversos temas nas escolas, literalmente sendo o protagonista da história, ou seja, Napoleão, Van Gogh, Beethoven ou simplesmente uma escova de dente.
E finalmente Chris Anderson, curador do TED, que veio falar sobre a importância da publicidade que tem um enredo e uma história, que como ele mesmo definiu em analogia ao seu TED, ADS WORTH SPREADING, ou seja, anúncio que merecem ser compartilhados.
É isso queridos amigos e de forma muito sucinta a concentração nos principais palestrantes e temas abordados no primeiro dia do MIXX. Para quem quiser assistir, os vídeos e temas estão no link: http://www.iab.net/events_training/mixx11/day1
Bom, agora deixa eu correr que o 2º dia me espera!