6ª feira normalmente é dia de cerveja, mas o tempo como anda meio maluco e estamos vivendo um verão com cara de outono é provável que hoje esteja mais para um bom vinho tinto.
Estamos aprendendo a viver num Mundo colaborativo. Uma coisa é customizar nossos produtos e serviço, outra completamente diferente é ajudar a desenvolvê-los. Por exemplo, adoro relógio, mas seria absolutamente incapaz de sair por aí criando ou produzindo um. Ou seja, o crowdsoursing de verdade tem que ir muito além da paixão comum, para participar é fundamental ser uma autoridade no assunto, caso contrário, o produto tem grandes chances de naufragar.
Uma das minhas cervejas favoritas, a americana Samuel Adams, agora disponível também no Brasil, está nesse exato momento desenvolvendo uma cerveja colaborativa. Só que o motivo aqui é muito menos criar um produto maravilhoso e muito mais uma “ação de marketing” como vulgarmente as pessoas não se cansam de falar, como se marketing fosse sinônimo de “tirar vantagem” ou “mascarar produto ruim”.
Na verdade e Sam queria mais curtidores na sua página do Facebook e para isso criou o Crowd Craft Project, onde as pessoas ajudam a escolhercomo será a próxima cerveja da MARCA.
Como disse acima, adoro cerveja, mas seria a ultima pessoa no Mundo habilitada a fazer uma. Cada macaco no seu galho, no meu caso, o de apreciador.
Vendo campanhas como essa confesso que fico com um pouco de medo de começarmos a construir um fantasma em cima do termo CROWDSOURCING.
















