Houve um tempo que escolhíamos a compra de um carro pela MARCA. Os consumidores no Brasil eram fiéis e raramente trocavam de MARCA. Esse tempo não existe mais e hoje vive na nostalgia da época em que no Brasil só existiam VW, Ford, GM e FIAT e que os carros, como Fernando Collor dizia, eram carroças. E quer saber, ERAM MESMO.
Hoje a maioria das escolhas são feitas a partir do Design expresso carinhosamente na lataria dos carros. Depois as features, a garantia, a manutenção; tudo naturalmente desde que caiba no bolso.
Aprendemos também a ter uma atitude socialmente inclusiva bacana nas nossas escolhas. No começo os heróis da nova economia brasileira eram os americanos e os europeus. Depois vieram os japoneses e hoje, cada vez mais, predominam os coreanos e chineses.
Outra coisa muito interessante, para não dizer fundamental, é a consciência ambiental. Ou seja, além de tudo que falei acima no processo de escolha de um carro, começara a pesar cada vez mais sua performance verde: gases liberados, fonte de energia e economia de combustível.
Mas essa mudança leva um pouco mais de tempo para acontecer na cabeça das pessoas. Muito em breve os moradores das grandes metrópoles como São Paulo terão que deixar seus carros na garagem, não por causa do rodízio, mas para que possam simplesmente respirar.
Recentemente a VW para divulgar seu novo Golf, teve que pensar em como tangibilizar o benefício sustentável do seu carro, ainda que movido a diesel. Criou uma grande competição digital onde os participantes teriam que fazer uma aposta de quantos quilômetros o carro seria capaz de percorrer com 1 tanque e tudo naturalmente alimentando nas mídias sociais. E como prêmio ao acertador, um carro.
Ótima ação. Melhor ainda a conscientização.
Abaixo o vídeo.















