Ei, ei, ei, o Feice é o novo rei!!! Quantas vezes mais vamos ter que entoar esta riminha nos próximos dias e anos? Só Deus sabe, mas aparentemente, MUITAS!
Essa semana está acontecendo em Israel o primeiro festival de música transmitido pelo Facebook. Isso mesmo, as pessoas assistem a shows ao vivo das suas casas, celulares, tablets, lan houses, trabalho…
Os artistas estão atuando num estúdio desenvolvido especialmente para viabilizar a ideia do projeto, constituído por dezenas de monitores que mostram as pessoas assistindo o show usando sua webcam.
Os fãs também podem enviar seus comentários e pedidos para os artistas de qual música querem ouvir.
Abaixo dois vídeos, onde naturalmente por ser em hebraico, pouco se consegue entender, mas vale apenas para entender como funciona o projeto.
Tenho que confessar: sou um imigrante digital. Embora escreva muito sobre o ambiente digital e trabalhe arduamente, todos os dias, para entendê-lo, sou e sempre serei um imigrante digital.
Meus primeiros contatos com o computador foram com aproximadamente 10 anos, quando na verdade o utilizava para jogar. Carmen San Diego e Street Fighter nos bons e velhos AT e XT em telas verdes… Ok assumi, tô ficando cada vez mais imigrante digital. Ah, também brinquei anos depois com o embrião da WWW, o BBS… Paremos por aqui…
E, alguns anos depois, começaram a nascer os nativos digitais. Tenho dois dessa “espécie” em casa. Outro chip, outro DNA, outro pensamento e outras atitudes. O Bruno, por exemplo, tem o hábito de assistir seu desenho preferido – BACKYARDIGANS – simultaneamente na TV e no iPad. Fica só zapeando a cabecinha de um lado para o outro. Difícil explicar pra ele que nem tudo funciona com o deslizar dos dedos.
Mas não é só a tecnologia. É principalmente a atitude. O Mundo mudou muito nos últimos anos e nós mudamos muito com ele; nós imigrantes digitais, bem como os nativos digitais. Hoje temos o tal do EMPOWERMENT. Somos donos efetivamente das coisas que compramos. Colaboramos, customizamos e comunicamos; pro bem e pro mal.
A PHD, uma das agências de mídia do grupo de comunicação Omnicom (no Brasil não temos agências de mídia) desenvolveu um vídeo com depoimento dos nativos digitais alertando os profissionais de marketing para abrirem seus olhos, caso contrário, poderão acabar com os seus negócios. Presunçoso? Talvez. Mas que passa o seu recado passa.
Incrível contribuição do amigo Rafaele, empresário de academia de natação e, ao lado da sua querida esposa, responsáveis por um dos melhores programas de natação infantil do Mundo.
Se você tem filhos entre zero e seis anos como eu, é bem provável que tenham aprendido a mexer no smartphone, tablet e computador muito antes de andar em bicicleta ou nadar. Os meus pelos menos se encaixam com perfeição nessa afirmação.
Foi justamente o que constatou a AVG em recente pesquisa que realizou com o objetivo de conhecer os desafios de crescer no Mundo Digital, feita com 2.200 mães de filhos entre 2 e 5 anos de idade, nos EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Japão, Austrália e Nova Zelândia.
Conforme definem sua empresa no site, a “AVG foi Fundada em 1991 e com escritórios na Europa, Estados Unidos e Reino Unido, a AVG concentra-se em oferecer a usuários de computadores domésticos e de empresas a proteção mais abrangente e proativa contra ameaças à segurança de computadores.”
Alguns dos principais pontos levantados na pesquisa:
56% das crianças sabem como jogar no computador, mas apenas 20% sabem nadar e 52% andar de bicicleta;
28% sabem fazer uma ligação pelo celular, mas apenas 20% sabem que em caso de emergência devem ligar para o 911;
69% operam normalmente o mouse do computador, mas apenas 11% conseguem amarrar seus sapatos.
69% delas têm o computador como primeira escolha de atividade em casa;
7% dos bebês têm um email feito pelos seus pais;
Ou seja, queridos amigos, é isso ai. Tá tudo errado? Pode até ser. Mas no meu entendimento o problema não está nos hábitos e atitudes das crianças com relação às ferramentas e o ambiente digital, mas sim, na falta de estímulos e exemplos dos seus pais para que possam balancear seu tempo com atividades do ambiente analógico e físico; como por exemplo, andar de bicicleta e aprender a nadar.
Abaixo o vídeo que de alguma forma sintetiza o estudo desenvolvido pela AVG e que mostra um retrato preciso e verdadeiro sobre nossas famílias e filhos.
Mas e lá no fundo, muito mais importante do que as atividades analógicas e digitais, é o ciclo de amor, respeito e amizade em que essas crianças crescem e vivem. Isso sim fará a diferença um dia.
Em 2010 completamos 30 anos do início da geração “Anos 80”. Isso significa que além de estarmos ficando mais velhos, que a velocidade do avanço da tecnologia foi e é muito superior a qualquer prognóstico feito.
E, de 1990 pra cá, começaram a nascer à geração NATIVA DIGITAL.Isso significa que o Mundo mudou completamente não em 30 anos, mas sim, em no máximo 15 anos.
Não satisfeitos com esse blábláblá, uma escola primária de Quebec, no Canadá, resolveu gravar um vídeo onde colocavam na frente de alguns dos seus alunos, alguns dos equipamentos tecnológicos – gadgets – mais desejados da época, e perguntaram se eles saberiam dizer que equipamento era aquele.
Simplesmente sensacional. Lembro como se fosse hoje o dia que a Isabella, minha amada filha de 6 anos, pergunto o que era aquele equipamento grande e retangular com uma portinha no meio que ficava no meu quarto – vídeo cassete –. Naquele momento e no meio daquela “encruzilhada” optei por responder: É UM RELÓGIO! Afinal, realmente hoje é a sua única finalidade… Ainda bem que em paralelo o fenômeno cauda longa ganha cada dia mais adeptos!
Abaixo o vídeo que é em Francês, mas tem legenda em Inglês. Boas risadas!